terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Chiclete com Banana confirma mudança: Khill da Patchanka assume lugar de Rafa Chaves



Através de uma postagem nas redes sociais, o Chiclete com Banana confirmou a mudança nos vocais do grupo. Khill, que cantava na banda Patchanka, agora é o novo cantor do Chiclete. Ele assume o posto antes ocupado por Rafa Chaves, que sucedeu Bell Marques a partir de 2013. "É isso aí... A raiz está no chão, está no gueto, está na cor do corpo e da alma. Está na mudança pra o que der e vier. Chic é ser Chiclete. Chicleteiro por inteiro no mundo da dança, que vem do menino filho do bem, que desce rasgando, dançando e cantando no meio da multidão", diz um trecho do anúncio de boas-vindas, publicado pelo perfil da banda no Instagram. Desde que a Patchanka ganhou repercussão no estado, no início dos anos 2000, Khill chamava atenção do público pela semelhança com o tom de voz de Bell. Na época, o cantor ainda usava bandana – marca registrada do veterano, que hoje segue em carreira solo –, só que enrolada na testa. "Se quiser falar, sinta-se à vontade, fale o que quiser, mas nos deixe passar porque a verdade está de pé. Não existe bandido nem mocinho, herói ou vilão, existe sim o tempo certo de dar a volta no mundo para pular o seu muro", completa o Chiclete em outro trecho do texto. A notícia da mudança já vinha sendo repercutida no último fim de semana (veja aqui) e o empresário da Patchanka, Gabriel Cruz, confirmou ao Bahia Notícias que havia uma negociação nesse sentido. Como também é sócio, Khill permanece na gestão dos negócios do grupo. De acordo com Cruz, logo mais eles devem anunciar o novo cantor, que assumirá a banda para as apresentações do Carnaval. Já Chaves integra o projeto Confraria da Música, que reúne outros artistas da cena baiana. BN

domingo, 14 de janeiro de 2018

Amaral da Escolinha de Futebol é assassinado em Itabuna



Alexsandro Santos Amaral, 41 anos, conhecido como Amaral, professor da Escolinha de Futebol, foi assassinado na noite deste domingo (14) com golpes de arma branca na Rua da Glória, bairro Califórnia, em Itabuna.

De acordo com informações preliminares, Amaral foi apartar uma briga e acabou sendo esfaqueado, morrendo na hora. Já outro homem, de prenome John, foi ferido com golpes na boca e socorrido para o Hospital de Base.

Neste domingo acontecia o final do campeonato Interruas no bairro Califórnia e Amaral estava no evento entregando as medalhas para os campeões. Ele era muito conhecido na cidade e foi candidato a vereador nas últimas eleições municipais.

Com a morte de Amaral, sobe para nove o número de homicídios registrados em Itabuna neste mês de janeiro.

A Polícia Militar e o Departamento de Polícia Técnica foram acionadas.

A equipe do Verdinho está em busca de mais informações. Aguarde fotos em instantes.

FONTE: VERDINHO ITABUNA

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Homicídio no Califórnia; o 6º de 2018 em Itabuna



Alex Oliveira, 22 anos, foi morto a tiros na noite desta quarta feira (10), na rua Santa Rita, bairro Califórnia, em Itabuna, mesmo local onde morava. Ele chegou a ser socorrido em um carro particular ao Hospital de Base, mas não resistiu aos ferimentos. Populares informaram que Alex tinha envolvimento com o mundo do crime e estava devendo aos traficantes da região. A polícia militar, que preservou a cena do assassinato, já está investigando a autoria e motivação do crime. O Departamento de Polícia Técnica removeu o corpo para o IML, onde será realizada a necrópsia. Foi o 6º homicídio em 2018, o 3º em 48 horas em Itabuna.

ITABUNA: Jovem assassinado no bairro Santo Antônio tinha envolvimento com o mundo do crime

O jovem Natan Santos Correia, conhecido como "zói", 18 anos, morto a tiros na tarde desta terça-feira (9) em uma oficina no bairro Santo Antônio, em Itabuna, tinha envolvimento com o mundo do crime, inclusive, com passagens pela polícia.

As primeiras informações obtidas no local do crime foi de que a vítima era uma pessoa de bem, sem envolvimento na criminalidade. Porém, foi constatado que Natan tinha passagem pela polícia e era suspeito de cometer diversos assaltos na cidade.



Junto com ele estava o comparsa identificado como Danilo Farias Santos. Na ocasião, a polícia conduziu a dupla para o Complexo Policial sob suspeita de prática de assaltos.

Natan era filho de um policial militar aposentado, morador do bairro Mangabinha. Segundo informações, tanto o pai, quanto os demais familiares, tentaram tirar Natan do mundo do crime, mas o jovem optou por outro caminho. 

A vítima possuía diversas fotos nas redes sociais fazendo símbolo do “tudo três” sigla do DMP. Para a polícia, Natan era considerado “tiro surdo”. 

Até o momento não há informações sobre a autoria e motivação do crime. A Polícia Civil investiga o caso. Fonte: Verdinho Itabuna

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

ITABUNA: Jovem é morto a tiros em Oficina no bairro Santo Antônio



Natan Santos Correia, conhecido como "zói", 18 anos, morador do bairro Mangabinha, foi morto a tiros na tarde desta terça-feira (9) em uma Oficina no bairro Santo Antônio, subida para o Hospital São Lucas, em Itabuna. Segundo informações, a vítima estava trabalhando na oficina quando os atiradores chegaram em um veículo Peugeot preto e efetuaram vários disparos. Pelo menos cinco disparos foram ouvidos por populares. A Polícia Militar foi acionada e realiza o isolamento do corpo até a chegada do Departamento de Polícia Técnica. De acordo com as primeiras informações, a vítima era uma pessoa de bem e não tinha envolvimento com o mundo do crime. Até o momento não há informações sobre os atiradores e motivação do crime. Esse é mais um caso que será investigado pela Polícia Civil. Em apenas nove dias do ano, esse é o quinto homicídio registrado na cidade de Itabuna.

ITABUNA: Tarifa de transporte coletivo terá reajuste em 8 de fevereiro



Levando em conta a decisão do Conselho Municipal de Transporte de Itabuna (CMTI) que sugeriu uma tarifa de R$ 3,50 e um estudo da comissão municipal de análise da tarifa do sistema de transporte de passageiros de Itabuna, o prefeito Fernando Gomes assinou o decreto Nº 12.760,  de  08  de  janeiro de  2018, reajustando de R$ 2,85 para R$ 3,30 o  valor da tarifa do serviço de Transporte Coletivo Urbano e Rural do Município de Itabuna. O reajuste passa a vigorar em 8 de fevereiro, 30 dias após a promulgação do decreto.
A majoração leva em conta que o último reajuste ocorreu em 30 de dezembro de 2016, além do aumento dos preços de insumos – pneus, peças e acessórios, lubrificantes e óleo diesel – e dos salários de motoristas e cobradores. Outro ponto levado em conta no decreto é que as empresas justificaram o novo pedido de aumento das tarifas como necessária para reestabelecer o equilíbrio econômico-financeiro do sistema.
No decreto também é considerado que um estudo tarifário verificou a necessidade de ajuste no valor da tarifa do serviço de transporte municipal para a readequação do equilíbrio econômico dos contratos em vigor e a necessária requalificação do serviço. Outra preocupação levada em consideração no decreto é que é dever do poder público promover o necessário equilíbrio entre o interesse público e privado, visando preservar a oferta e a qualidade dos serviços.
O secretário de Segurança, Transporte e Trânsito, Cláudio Dourado, observa que em função do aumento as empresas também têm a obrigação de cumprir o estabelecido no contrato de concessão investindo na renovação da frota, na melhoria do sistema com maior regularidade nas linhas e oferta de serviço de melhor qualidade para o usuário. As empresas também estudam em parceria com a prefeitura mudanças no sistema operacional com definição de pistas exclusivas para ônibus e montagem de uma rede de estações de passageiros, com implantação de uma central de transbordo na Avenida Amélia Amado.

Passarela da Ilha do Jegue é a preservação da história de Itabuna



Num período onde as atividades do dia a dia limitam o tempo e as ações das pessoas, restringindo sua percepção à mera repercussão daquilo que viraliza nas internet por meio das redes sociais, observar a reescrita da história promove no olhar dos mais atentos uma mistura de sensações que vão da emoção à gratidão por rever um cenário que marcou uma época, que simbolizou a vida de uma cidade. Sobre isso, é comentado aqui a Ilha do Jegue, que no meio do rio Cachoeira foi destaque e que o tempo fez questão de com ele levar para, assim, na história ficar.
           Uma das três ilhas que no Cachoeira existiam e que no processo natural de erosão foram engolidas pelo rio, a Ilha do jegue já foi Ilha da Marimbeta e ali, no início do século XX, cresciam plantações, animais foram criados e muita história aconteceu. Mais tarde, passou a ser a Ilha do Temístocles, depois foi chamada ainda de Ilha do Capitão. Quis o destino que, no ano de 1920, numa das grandes cheias do Cachoeira (segundo historiadores, choveu por mais de 20 dias), um areeiro deixasse o seu animal e companheiro de trabalho pelos mais de três hectares da Ilha, ficando o Jegue preso, ilhado e sem condições de retornar à margem do rio.
           Na história, cujos relatos já passam da terceira geração, diz-se que foram cinco dias de torcida para que o animal saísse com vida da Ilha – pessoas passavam o dia à margem do rio observando e torcendo pela vida do animal. De fato ele saiu. Após a baixa das águas, eis que o Jegue retornou ao seu dono, fincando naquela localidade a história e surgindo assim a Ilha do Jegue, numa daquelas situações em que o dizer popular ultrapassa qualquer fronteira temporal ou de imposição que venha a ser colocada. O dizer popular prevaleceu.
           Mas hoje é 2018. Quase um século depois, a Ilha já não existe mais e os itabunenses mais novos nem sequer saberiam que um dia ela existiu não fosse pela força da história. O que haveria de ser feito além de restaurar os arquivos fotográficos para preservar essa narrativa? Numa ação que contrapõe o passado e abre uma fronteira ao implantar um equipamento que remete à modernidade – a passarela da Ilha do Jegue –, o prefeito Fernando Gomes resgata parte desse contexto histórico e mantém no imaginário popular a curiosidade pela narrativa, preservando, dessa forma, a história daquele local.
           A passarela integra ainda mais a cidade, torna-se um novo cartão postal, embeleza a região onde foi instalada e, graças ao mirante localizado exatamente no ponto central da famosa Ilha do Jegue, preserva a história do rio Cachoeira, a história de Itabuna (que obviamente se confunde com a do rio). Quis a natureza que deixasse de ser Ilha. Fez-se o bom senso e o compromisso com a história que passasse a ser passarela e que nela existisse o Mirante. Não é obra ou simples intervencionismo de gestão municipal, é preservação e valorização da história de Itabuna.